Mandor Legacy
Quem busca empresa para comprar ainda depende de relacionamento e de lista avulsa. O Legacy recorta o mercado pela tese do comprador, acompanha o que muda em cada setor e mostra quem está comprando e quem dá sinal de que pode vender, com a evidência e a data de cada fato.
o problema
O funil de quem compra empresa começa com milhares de contatos para chegar a um negócio, e a maior parte da busca ainda é feita por telefone e indicação. Enquanto isso, o registro público mostra todo mês quem trocou de sócio, quem entrou em dificuldade e quem comprou concorrente. Esses fatos são publicados, datados e ninguém os lê em conjunto.
o que o sistema acompanha
Cada evento chega com o que aconteceu, por que importa e o que fazer. Sucessão e crise ficam lado a lado e nunca no mesmo número, e os movimentos de comprador mostram quem está consolidando cada setor.
O quadro societário mudando na direção que costuma preceder a venda. Um critério de busca, não a única porta.
Dívida, recuperação judicial e liquidez. Outra conversa, outro comprador, nunca somada à sucessão.
Quem está comprando no setor e na região, e o que muda no registro da empresa.
o que chega na sua mesa
O mapa de quem pode vender e de quem está comprando, com a fonte e a data de cada fato. Nenhum número sem origem, nenhuma lista de caixa-preta.
Para cada setor e região: quantas empresas estão no recorte, quantas mostram indício de transição, os fatos novos do período e as aquisições detectadas, com quem comprou. É a atualização que hoje depende de conversa.
A tese, o setor, a região e os sinais que importam viram filtro. A lista vem com o último fato de cada empresa, exporta em planilha e pode ser salva: a busca salva é refeita a cada atualização e manda o informativo semanal.
Cada empresa abre com o que mudou, quem compraria e o argumento de abordagem. Cada número diz de que dado saiu, lacuna declarada não pontua, e nenhum modelo de linguagem entra no cálculo.
O que acontece em cada abordagem volta para o sistema: contatada, respondeu, encaixa, carta de intenção e negócio. A conversão de cada etapa aparece por busca, e a resposta do dono corrige a prioridade da empresa.
de onde sai cada sinal
Nenhuma lista comprada e nenhum dado de origem não declarada. Dentro do sistema, cada fator aponta a fonte de que saiu e a data em que ela foi coletada.
Quadro de sócios mês a mês, situação cadastral e os marcadores de recuperação judicial e falência.
Inscrições em dívida ativa, para os sinais de crise.
Cessão de recebíveis a fundos, pelo informe mensal público.
Receita média por setor, usada para faixa e nunca como faturamento declarado da empresa.
Contexto do setor e do dossiê, com o link da matéria original, e nunca sinal pontuado.
Enriquecimento pago de contato e cadastro, acionado empresa a empresa e com cota, nunca em varredura.
dado público continua sendo dado pessoal
O quadro societário é público, e a finalidade dele no registro é transparência, não prospecção. Por isso o tratamento tem hipótese declarada, prazo de retenção e um caminho real para o titular se opor. Está aqui porque transparência é uma das salvaguardas que a própria hipótese exige.
Tratamento com base em legítimo interesse, art. 7º, IX, da LGPD, Lei 13.709/2018. Finalidade declarada: identificar empresas em provável transição societária ou sucessória para oferta de assessoria em fusões e aquisições, a partir de dado público de quadro societário.
Contados da última coleta da fonte pública, e não da data de entrada do sócio: o que envelhece é a informação, não a pessoa. É a mesma janela que o motor de score usa para considerar um evento societário relevante.
CPF nunca é exibido nem armazenado completo: chega mascarado da fonte e assim permanece. A idade entra como faixa etária, no código do próprio cadastro público, e não como data de nascimento.
Pedido identificado para contato@mandor.com.br, com resposta em até 15 dias. Informar nome completo, CPF e, se souber, o CNPJ da empresa em que consta como sócio ou administrador.
Não existe consulta pública de quem está na base, e a ausência é deliberada: um endereço que respondesse se uma pessoa consta ou não seria um oráculo de enumeração, e criaria um vazamento onde hoje não há.
o que ele não faz
Quatro coisas que o Legacy não entrega, ditas agora para não serem descobertas na operação.
Empresa fechada não publica faturamento nem margem. O Legacy estima uma faixa por método legal e declarado e não oferece filtro de EBITDA: o corte fino de tamanho é diligência, não busca.
O Legacy não é entregue como painel de autosserviço. A equipe do Mandor opera o rastreio junto com o comprador ou o escritório, e o desenho do recorte é combinado antes, porque recorte errado devolve lista grande e inútil.
Sinal de sucessão ou de crise não prova que a empresa está à venda, e o sistema não escreve que prova. Cada sinal carrega fonte, data e confiabilidade, e sinal desmentido por republicação da fonte é RETRATADO, e não apagado: sinal apagado vira abordagem sem explicação.
Capital social é autodeclarado. A primeira ordenação por tamanho na base real trouxe uma construtora com capital de centenas de bilhões, que era erro de digitação. Valor implausível vai para o fim da lista marcado como a verificar, e nunca vira insumo de estimativa.
depois que a empresa responde
O negócio aberto vira análise: diagnóstico, valuation e o parecer que move a negociação.
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ConhecerQuando a resposta não é vender: FIDC, CRI, CRA e operações com garantia real.
ConhecerSetor, região e o que importa na empresa. O recorte é combinado antes de qualquer busca, porque recorte errado devolve lista grande e inútil.