Cinco conselheiros com trajetória em JPMorgan, BNY Mellon, KPMG, PwC e Tracciona Capital, reunidos em parceria com a Koinz Capital, cobram do método a pergunta que todo comitê faz primeiro: quem responde se a conclusão falhar
Metade dos dealmakers ouvidos numa pesquisa global já usa inteligência artificial de forma regular na due diligence. É a "The New Deal Team", feita pela Datasite com a FT Longitude em março de 2026, com 1.000 executivos seniores de M&A em 27 países. Na mesma amostra, 45% dizem que a decisão de seguir para a assinatura deve continuar exclusivamente humana. Vale lembrar que a Datasite vende tecnologia para dealmakers.
Os dois números juntos mudam a pergunta. Saber se a IA na due diligence de M&A é confiável importa menos do que saber quem responde pelo que ela ajudou a concluir. Foi para essa pergunta que o Mandor formou seu conselho consultivo, anunciado em 29 de setembro, em parceria com a Koinz Capital.
A primeira pergunta do comitê é sobre a assinatura, não sobre o método
Coloque um parecer diante de um comitê de crédito ou de investimento. A primeira pergunta da sala quase nunca é sobre a metodologia. É sobre quem assina, e quem responde se a conclusão estiver errada.
Nenhum comitê aprova uma operação cuja origem não consegue rastrear. E nenhum profissional sênior põe o nome num memorando que não sabe reconstruir. A essa altura, o gargalo deixou de ser analítico e passou a ser institucional.
Rusty Wiley, presidente e CEO da Datasite, resumiu o ponto ao apresentar a pesquisa: "a IA pode automatizar a análise, mas não pode ser dona da responsabilidade" (tradução livre). A velocidade que a tecnologia trouxe para a due diligence em M&A não resolve quem responde por ela.
Cinco cadeiras, cinco perguntas que o método precisa responder
O conselho do Mandor tem cinco nomes. Cada cadeira nasceu com uma pergunta.
Julio Sozza Bertocco passou sete anos no JPMorgan, à frente da resiliência operacional para América Latina e Canadá. A cadeira dele cobra quem assume o resultado quando a conclusão falha.
Marcio Ferretti somou vinte e três anos no BNY Mellon, em custódia de ativos e controle de enquadramento de fundos. Cobra a resistência de cada conclusão à regra escrita, que foi o que fez por uma década, fundo a fundo.
Renato Pereira tem trinta anos em M&A e valuation, com passagem por KPMG e PwC. Cobra a forma que o parecer precisa ter para o outro lado da mesa levá-lo a sério.
Bruno Jahn acumula duas décadas em finanças corporativas, data rooms e valuations. Cobra a economia do método: o trabalho braçal precisa ficar mais leve sem que a análise fique mais rasa.
Felipe de Castro Leão, head da Tracciona Capital, em M&A e capital solutions, cobra o mais incômodo. Quer saber se o método aguenta um mandato real, com quem depois vai ter de defender aquele resultado diante de um investidor.
Essa última cobrança já chegou a quem aloca capital. Marcelo Pascon, gerente sênior de Governança, Riscos e Compliance da KPMG no Brasil, escreveu em 2026 que fundos de investimento "já exigem evidências de governança de dados e IA em seus processos de due diligence".
Um conselho que só confirma a tese da casa é enfeite
O conselho revisa o método do Mandor. Não assina pareceres: a conclusão de cada mandato continua sendo do escritório que o conduz. O papel dele é achar o erro antes que a mesa do outro lado ache.
A mesma pesquisa da Datasite impede uma leitura contra a tecnologia: 62% dos entrevistados já consideram indefensável decidir só com pessoas em transações complexas. O conselho cuida do outro lado dessa conta, a revisão do método que a IA ajuda a executar.
Dentro dessa régua, o Mandor adianta o trabalho braçal da análise, mostra de onde veio o que afirma e declara o que ainda falta responder. Agora com cinco pessoas de fora cobrando o método.
Quem vende julgamento não pode pedir confiança. Precisa exibir a estrutura que a produz, e o método do Mandor agora tem assinatura.
Método que ninguém revisa é opinião.
O anúncio do conselho está na página do Mandor no LinkedIn.
Perguntas frequentes
IA na due diligence de M&A é confiável?
A IA acelera a leitura de documentos e a triagem, mas a confiança vem de quem responde pelo método. Na pesquisa da Datasite com a FT Longitude, de março de 2026, 45% dos dealmakers querem que a decisão de assinar continue exclusivamente humana. Análise feita com IA precisa mostrar a procedência e passar por revisão.
O que faz o conselho consultivo do Mandor?
O conselho revisa o método que o Mandor usa para adiantar a análise de operações de M&A e crédito. São cinco conselheiros, reunidos em parceria com a Koinz Capital, cada um cobrando uma pergunta. O conselho não assina pareceres: a conclusão de cada mandato continua sendo do escritório que o conduz.
Um parecer ganha a mesa quando o método por trás dele aguenta ser cobrado.
O Mandor é a rede cognitiva que escritórios de assessoria, consultores e operações de M&A usam para adiantar o trabalho braçal da análise: triagem estruturada, procedência do que se afirma e a lista do que ainda falta responder, desde o primeiro contato com o deal.
Fale com a gente e veja o método funcionando num caso real:
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